CATAVENTO DE POEMAS INFANTÍS (LXII) " Poemas da Bicharada ", de João Manuel Ribeiro

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CATAVENTO DE POEMAS INFANTÍS (LXII) " Poemas da Bicharada ", de João Manuel Ribeiro

                JOÃO  MANUEL RIBEIRO  (Oliveira de Azeméis-Portugal, 1968)



O PINGUIM SERAFIM
João Manuel Ribeiro


O pinguim
    Serafim
contou assim,
tintim por tintim,
    como por fim,
        e enfim,
se apaixonou por mim.

A PULGA DO GATO E DO CÃO

Cato, cato, cato
a pulga do gato.
Cato, cato, cato
a pulga do cão.
Cato, cato, cato
a pulga do gato,
  a pulga do cão
      na orelha
do senhor Renato
       e no orelhão
do menino João.

O ROUXINOL

Faça chuva ou faça sol,
canta, canta, o rouxinol.
Seja noite ou seja dia,
canta o rouxinol rufia.
Ben visível ou oculto,
canta o rouxinol culto.
Na festa ou no velório,
canta largo repertorio.
Canta o rouxinol, feliz,
por que canta, não o diz…

O CAMELO DO DESERTO

Sou um camelo do deserto,
ando por longe e por perto,
ora sonolento ora desperto.
Caminho a grandes pasadas,
transporto enormes carradas,
resisto a sóis e a enxurradas.
Sou um camelo esperto,
sei fazer do temido deserto

um camino com destino certo.





Source: Versos e Aloumiños

2017-12-08T10:25:00+00:00 08 / 12 / 2017|Versos e aloumiños|